Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica, se desentendia frequentemente com o chefe de produção de sua fábrica. Diz a história que, certo dia, a imprensa divulgou uma charge de ambos se agredindo mutuamente.
Um repórter, aproximando-se do inventor, aproveitou-se do desenho do jornal para fazer uma pergunta incômoda:
– Mr Edison, é verdade o que dizem de você agredir seu gerente com uma bengala e ele revidar com uma chave-fixa?
Ao que Edison respondeu:
– Isto é mentira! Às vezes nós trocamos.
Não é preciso dizer que relacionamento nas organizações é coisa séria. Há empresas por aí onde as pessoas vivem num verdadeiro campo de guerra. Chefes que jogam funcionários contra outros, acreditando que isto aumenta seu poder de domínio; sócios que se desrespeitam, achando que terão maior autonomia ou que imporão seus interesses pessoais à força... e outros tantos frutos da imaginação de quem nutre intenção diabólica na mente!
Mas tudo isso não passa de ilusão e desvio. Não existe vantagem alguma em alimentar a competição entre membros de uma equipe. A meta devia ser inspirar as pessoas para se tornarem mais autoconfiantes e, consequentemente, melhores profissionais na busca por resultados com qualidade.
Hoje em dia, ninguém mais se deixa oprimir a troco de salário. Todos sabem como se defender. E frente a este cenário, o patrão que ainda não aprendeu esta lição por bem, talvez tenha que pagar caro num tribunal por danos morais e ofensas. Isto é péssimo, além de estúpido!!!
Quanto ao conflito entre sócios, a regra a se pôr em prática é: mentes sãs em corporações sãs. O contrário disso é insanidade!

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