Abraham Maslow, psicólogo americano, pesquisou o comportamento humano buscando as razões por que as pessoas não são felizes. Chegou a um estágio em que entendeu não ser este o alvo de sua procura. Na verdade, ele não buscava entender pessoas com distúrbios de comportamento, mas aquelas que, sendo realizadas, mostrariam a ele porque e em quê são diferentes.
Seus estudos concluíram que pessoas realizadas têm em comum amor próprio, autoconfiança e boa visão de si mesmas.
Após esta pesquisa, tendo acumulado um imenso banco de informações, Maslow concluiu que apenas 1% das pessoas pesquisadas se sentiam realizadas.
Vamos pensar um pouco. Imagine os 7 bilhões de habitantes do Planeta Terra. Será possível que somente 1% de todos estes é e sente-se realizado.
Como é a vida destas pessoas?
Segundo Maslow, elas têm características interessantes. Eu li seus estudos e reproduzo a resposta que ele próprio deu a esta pergunta: "Para as pessoas realizadas, o mundo material não lhes ofereceu nenhum prazer que se igualasse aos instantes nos quais elas experimentaram liberdade interior e sua capacidade própria de se alegrar".
O que você pensa disso?
Não, as pessoas realizadas não estão fechadas num mosteiro; apenas são pessoas bem ajustadas e equilibradas em relação àquilo que possuem. Para elas, os bens materiais são meios, e não fim.
Pessoas verdadeiramente felizes não têm sua realização condicionada ao dinheiro. Elas precisam dele para viver, manter a saúde e o dia a dia. Mas o "material" não é prioridade. Elas almejam situações superiores e, para elas, isso tem valor real e verdadeiro.

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