A profissão aos olhos de especialistas da área
O presidente do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal), Nilton Capucho, destaca que o momento é muito bom para a área, devido à grande necessidade de o País expandir-se por meio do investimento em infraestrutura. ''O trabalho do engenheiro tem tudo a ver com infraestrutura. A engenharia é uma engrenagem que faz com que o desenvolvimento do país seja alavancado'', frisa.
Capucho lembra que o Brasil tem defasagem de profissionais e incentiva os jovens que gostam da área de exatas a buscarem o caminho da engenharia. ''A necessidade do mercado por engenheiros é grande e, sem dúvida, aqueles que optarem pela profissão serão bem-sucedidos''. O presidente do Ceal admite que o curso de engenharia tende a ser difícil, rigoroso, mas que também é ''altamente compensador''.
O engenheiro agronômico Roberto Simões, gerente da Emater na unidade de Cambará e presidente da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos do Norte Pioneiro (Aeaanp), também concorda que o cenário econômico é muito bom para as engenharias de modo geral.
Especificamente na área da engenharia agronômica, Simões destaca a importância do profissional como peça fundamental para atender a crescente demanda para a produção de alimentos, o que garante um mercado de trabalho promissor. Quanto à remuneração do engenheiro, ele acredita que na iniciativa privada os níveis atuais de remuneração são adequados, mas que no setor público, principalmente nas prefeituras, o profissional carece de mais valorização. (Reportagem Local)





