Um estudo apresentado na semana passada pela empresa de recrutamento Hays aponta que 50% dos profissionais de finanças do Brasil desejam mudar de emprego nos próximos 12 meses. O dado faz parte do estudo "Making the Numbers Work in Challenging Markets", que aponta os salários e perspectivas de profissionais de finanças em quatro países da América Latina: Brasil, México, Chile e Colômbia.
Na Colômbia, 53% desses profissionais pretendem mudar de posto. Já no México, 45% dos participantes pensam em tentar outra vaga de trabalho nos próximos seis meses, enquanto no Chile o índice é de 47% para o mesmo período. Além disso, o estudo aponta que 59% do total de entrevistados não estão satisfeitos com seus salários, no entanto, 60% afirmam não ter pedido aumento salarial no último ano.
O material também indica os fatores que fazem os participantes da pesquisa (em todos os países) efetuarem suas escolhas de carreira: 60% acreditam que trabalhar remotamente é um fator importante. Já 26% dos entrevistados levam em conta a possibilidade desenvolvimento, 25% consideram os benefícios oferecidos e 22% o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Quando questionados sobre a possibilidade de crescimento nas organizações onde atuam, 48% dos profissionais de finanças entrevistados disseram não se sentir confiantes com a progressão de suas carreiras nas companhias.

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