Brasília - Apesar da taxa de juros para pessoa física chegar a nível mais alto desde janeiro de 2007, o volume de crédito na economia brasileira alcançou o patamar recorde no mês passado ao atingir 37% do PIB (Produto Interno Bruto), com R$ 1,086 trilhão.
  O volume de financiamentos cresceu 1,7% no mês e acumula alta de 32,7% em 12 meses, de acordo com o Banco Central. No mês anterior, o crescimento em 12 meses estava em 33,4%, o que significa que houve uma leve desaceleração na alta entre junho e julho.
  Em termos percentuais, o recorde do volume de crédito era de janeiro de 1995, quando estava em 36,8% do PIB. A expectativa do BC é que o percentual de crédito termine o ano em 40% em relação ao PIB.
  O governo já manifestou o desejo de que o crédito desacelerasse e crescesse a taxas abaixo de 30%, para ajudar no controle da inflação. Várias medidas já foram tomadas para que isso ocorra, como aumento de impostos e juros.
  O aumento do crédito foi puxado pelo crescimento de 2,3% nos empréstimos para pessoas físicas, e alta de 1,5% para financiamento das indústrias. empresas. O crédito para pessoa jurídica subiu 1,3% no mês de julho e 40,9% nos últimos 12 meses.

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