''Sim, presto muita atenção nas minhas finanças. Não deixo atrasar as contas do dia a dia e quando parcelo algo, faço no máximo de prestações que não tenha incidência de juros. Quando se perde o rumo com dívidas, fica difícil se organizar novamente'', Claudio Pereira da Silva, funcionário público.


''É uma briga, perco muito tempo tentando organizar minhas contas. O mais complicado no meu caso, é quando surge algum imprevisto e você precisa tirar de um lado para cobrir do outro. Em relação aos cartões de crédito, uso apenas o básico'', Ana Paula Marinho dos Santos, auxiliar de escritório.


''Tenho duas dívidas mensais que considero mais importantes e que não posso atrasar: o aluguel e a escolinha do meu filho. O problema é que são contas que sobem com certa frequência, ao contrário do salário do brasileiro. Mas no geral, minhas contas estão bem controladas'', Vanessa Braz de Souza, garçonete.

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