‘‘Sim. Para mim que sou comerciante, a crise foi perceptível e houve queda. Faço sempre o que dá, o máximo que eu posso. Mas tem que ser sem comprometer o orçamento e trazer prejuízos no futuro. Só não pode passar em branco’’
Osni Alexandre, comerciante


‘‘Sim. Acho importante presentear a criança, mas não fazer a troca de presentes. Tem que evitar aquele jogo: ‘se você fizer isso eu presenteio’. Tem que presentear por presentear. A criança merece um agrado e a crise não pode chegar dentro do lar, nos filhos’’
Jandira Lopes Genez, professora




‘‘Não. Ao invés de presente prefiro investir no futuro, dar estudo. O dinheiro que iria gastar com brinquedos acho melhor reverter em condições para que ele seja alguém na vida. As comemorações servem apenas para o comércio, não existe mais aquele espírito de celebração’’
Ailton Lopes Pinheiro, protético

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