‘‘Sempre pago as dívidas da minha filha. Vira e mexe também sirvo como fiadora de alguém e empresto cheques e nunca tive problemas. Quanto às dívidas deixadas por alguém que morreu, tenho um exemplo em casa. Meu irmão morreu e deixou uma conta de telefone, altíssima, sem pagar. Até hoje não foi quitada porque minha cunhada não tem condições’’.
Marisa Sueli Silva, agente administrativa.


  ‘‘Já tive que pagar dívida de amigo meu. Emprestei um cheque e ele nunca me pagou, eu mesmo tive que cobrir essa conta. Depois dessa eu aprendi e nunca mais emprestei nada pra ninguém. Também não pretendo ser fiador de ninguém, pois é arriscado demais’’.
João Leite, designer.


  ‘‘Já emprestei um cheque de R$ 100 para uma amiga e até hoje ela não me pagou, já faz dois anos. Como fiquei com vergonha de cobrá-la porque era minha amiga, fiquei no prejuízo. Nunca corri o risco de ser fiadora de ninguém, mas também depois dessa experiência, só faço esse favor se for para alguém da família’’.
Denise Custódio Filla, economista.

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