Segundo informações da Associação Brasileira da Indústria da Água Mineral, o consumo deste produto está crescendo em média 23% ao ano nos últimos 10 anos. Só para se ter uma idéia, no começo dos anos 90, Londrina conhecia apenas duas ou três marcas de água mineral. Hoje, a cidade é abastecida também por envasadoras de cidades vizinhas e até de outros Estados.
A enfermeira Marcela Cristina Faria compra água mineral para beber e cozinhar. ''É uma maneira mais saudável de consumir água sem correr o risco de estar contaminada'', justifica. Marcela não usa água de torneira por acreditar que ela não seja totalmente pura. ''Eu não sei se o caminho que ela percorre até chegar em casa é totalmente limpo, se há alguma contaminação'', afirma. A desconfiança se deve ao fato de, algumas vezes, a água da torneira sair com a cor marrom.
A empresária Priscila Nunes consome água mineral só para beber em casa e no trabalho. Ela diz que não usa a água que chega da rua ''porque ela desce branca da torneira'', em referência ao cloro, produto usado no tratamento da água. Segundo ela, a diferença de gosto entre a água mineral e a da torneira é muito grande.
Apesar disso, ela usa a água da torneira para cozinhar, depois de ferver bem. Quanto à água mineral, a empresária desconhece se ela recebe ou não cuidados necessários antes do envase, mas garante que já trocou de marca por ter encontrado sujeira em um galão de 20 litros.
O professor Jorge Américo também prefere a água mineral. Ele afirma que é difícil limpar a caixa d'água em casa a cada seis meses. Quanto à procedência, ele acredita na palavra de um amigo químico que diz que o produto é ''confiável''.
O funcionamento das empresas que envasam a água mineral depende de uma licença que precisa ser renovada anualmente pela Vigilância Sanitária, que ainda faz análises em caso de reclamação do consumidor. Segundo a coordenadora de alimentos e zoonoses do órgão, Maria das Graças Deliberador, este ano houve apenas uma reclamação. Ela diz que o número já foi maior em função da pessoa conservar a água em local inadequado ou deixá-la exposta ao sol, o que facilita o aparecimento de algas.
Caso o consumidor tenha alguma reclamação quanto à água mineral, pode ligar para a Vigilância Sanitária no telefone (43) 3376-1901.



Sanepar garante pureza da água

  ‘‘A água que a Sanepar entrega ao consumidor é perfeita’’. A afirmação é do gerente geral da Companhia de Saneamento do Paraná - Região Metropolitana de Londrina, Sérgio Bahls. Segundo ele, pessoas de outros Estados que vêm conhecer o sistema de tratamento em Londrina ‘‘ficam encantadas, fazem elogios e comparações com água mineral’’. Por isso, Bahls diz que não tem dúvida em afirmar que ‘‘a água de Londrina é uma das melhores do Brasil’’.
  O gerente geral diz que a maior parte da água que abastece Londrina é captada nos rios Tibagi e Cafezal e cerca de 6% são águas subterrâneas, ou seja, que vêm de poço. Esta água recebe a adição de flúor e a desinfecção é feita com cloro. Já a água de superfície recebe um coagulante para separar o líquido do sólido. Depois, ela passa por um processo de desinfecção com cloro e fluoretação, estando assim, pronta para o consumo.
  Bahls afirma que a Sanepar faz 2500 análises em amostras por mês para acompanhar a qualidade da água. Ele grante que ‘‘o cloro é colocado num limite tolerável e que a água não fica com o gosto do produto’’.
Quanto à desconfiança de alguns consumidores, ele diz que se trata de um problema cultural, isto é, falta de limpeza nos reservatórios domésticos de 6 em 6 meses.


Comparação
O chuchu já é um dos produtos mais caros nas feiras e supermercados, onde, mesmo com as promoções, está sempre em torno de R$ 2,00, o mesmo preço de uma dúzia de ovos graúdos.

Preços na feira
Veja como estavam os preços de outros produtos na feira do centro em Londrina:
Milho verde
entre R$ 0,20 e R$ 0,50 a espiga;
Morango
entre R$ 1,80 a R$ 2,00 a caixa com 350 gramas; e
Abacaxi pérola
entre R$ 1,80 e R$ 2,00 a unidade.

Os presentes
Pelo movimento nas lojas no centro de Londrina nos últimos dias, é possível ter uma noção dos presentes que os pais vão receber amanhã: relógios, calçados, roupas e celulares. Pelo jeito, os filhos não estão muito chegados a furadeiras, faroletes e outros objetos do gênero.

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