''Atualmente eu só abriria uma conta conjunta se fosse com alguém da minha família. Está muito difícil confiar nas pessoas. Eu mesmo já tive uma conta conjunta com um sócio e não deu certo. Ele usava o dinheiro e movimentava a conta sem me avisar''. Luciano Dias das Neves, estagiário.


''Eu já tive uma conta conjunta que me deu alguns problemas e eu preferi ficar como uma conta própria. Hoje, eu só abriria uma conta dessa modalidade se fosse com alguém da família. É muito difícil controlar esse tipo de conta, o outro esquece de anotar as movimentações realizadas e a situação foge do controle''. Valdirene Maldonado, técnica em informática.


''Eu tenho uma conta conjunta com meu marido há dois anos e até agora não tivemos problemas. A gente perde um pouco da privacidade, mas não tem problemas maiores. Resolvemos optar por essa modalidade para economizar com as despesas bancárias. Antes tínhamos uma conta corrente cada um e pagávamos muitas taxas. Agora é apenas uma taxa de manutenção''. Aline de Oliveira Pietro, secretária.

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