Vigilantes aceitam o reajuste
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sábado, 11 de fevereiro de 2012
Andréa Bertoldi <br> Equipe da Folha 
Curitiba - Os seguranças de transporte de valores com carro-forte decidiram não esperar pelo julgamento do dissídio coletivo que aconteceria no Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR) e demoraria cerca de 60 dias. Os trabalhadores resolveram aceitar a proposta que foi oferecida pelo sindicato patronal durante a greve que terminou na última quarta-feira.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte de Valores e Escolta Armada do Paraná (Sindeesfort-PR), Paulo Gomes, disse que com o acordo, os funcionários terão aumento salarial de 7,23%, que inclui aumento real de 1,5%, vale-refeição de R$ 18, banco de horas de no máximo 30 horas semanais, piso para a tesouraria de R$ 902 e compensação de horas paradas de quatro horas por mês.
Inicialmente, a categoria reivindicava reajuste salarial de 13%, convênio médico totalmente custeado pelas empresas, e inclusão do adicional de 30% por risco de vida no 13º salário e nas férias. Como não houve acordo, ficou a cargo da Justiça do Trabalho resolver o assunto.


