A do­na de ca­sa Cín­thia Re­gi­na de Oli­vei­ra co­me­çou a co­le­ção de ­mais 30 ca­ne­cas – to­das di­fe­ren­tes ­umas das ou­tras – du­ran­te uma via­gem. ‘‘Era uma pe­ça bem bo­ni­ta e vi­nha com um ur­si­nho den­tro, gos­tei mui­to e ­comprei’’, re­lem­bra. Des­de en­tão não pa­rou ­mais de com­prar nem de ga­nhar ca­ne­cas. ‘‘Os ami­gos ou pa­ren­tes ­veem que eu gos­to e sem­pre me ­presenteiam’’, con­ta Cín­thia, rer­for­çan­do que as ca­ne­cas ser­vem pa­ra de­co­rar a co­zi­nha mas tam­bém são usa­das no dia a dia.
  A co­le­cio­na­do­ra cui­da de ca­da pe­ça com mui­tos mi­mos e não dei­xa nin­guém usá-las a não ser ela. ‘‘Quan­do vem al­guém ­aqui em ca­sa fa­ço ques­tão de mos­trar o ar­má­rio on­de es­tão to­das as ca­ne­cas, mas não dei­xo co­lo­car a mão pa­ra não cor­rer o ris­co de que­brar uma ­delas’’, brin­ca a do­na de ca­sa.
  ­Além de co­le­cio­nar, Cín­thia gos­ta de pre­sen­tear os ami­gos e pa­ren­tes com ca­ne­cas. ‘‘Ho­je tem ­umas pe­ças que vêm em em­ba­la­gens lin­das, têm de­se­nhos di­fe­ren­tes, mui­tas são ­mais do que uten­sí­lios pa­ra co­zi­nha, ser­vem mes­mo pa­ra de­co­ra­ção. É um ­presentão’’, ga­ran­te. (E.Z.)

mockup