Versatilidade para entender o mercado
Para desenvolver o protótipo da sua alça de garrafa pet, o estudante Iuri Moriya teve de se adaptar aos recursos disponíveis no Senai Londrina. Como o local ainda não conta com estrutura adequada para a criação de protótipos de plástico, o estudante fez uma pesquisa e chegou a um material chamado de tecnil, um tipo de plástico que pode ser usinado em tornos.
''É um material mais barato e que retrata bem o desenho da patente. A gente utilizou das ferramentas que tinha e do conhecimento do aluno para desenvolver o protótipo'', ressaltou a orientadora pedagógica e coordenadora do HPI, Polyana Salcedo. Prova mais que concreta de que os alunos e ex-alunos estão aptos a adequarem projetos às condições e necessidades do mercado.
A estrutura para a prototipagem de projetos em plástico é uma das necessidades do Hotel de Projetos Inovadores que a ajuda proveniente do edital do CNPq poderá ajudar a sanar. Polyana afirmou que os recursos da entidade serão destinados à aquisição de computadores, impressora de prototipagem, injetora e scanner 3D.
Quanto ao desafio dos alunos de entrar no mercado com seus projetos, Polyana afirma que o HPI está dando grande enfoque à fase de elaboração do plano de negócios e aos parceiros e diz ainda pensar em trazer, no futuro, problemáticas da cidade e de empresas da região para dentro do Senai. ''Até para servirem de temática para os trabalhos de conclusão de curso'', finaliza a coordenadora do HPI.(M.F.C.)





