Curitiba As vendas no comércio varejista em todo o Brasil subiram 0,4% no mês de maio (em relação a abril deste ano). Já a receita nominal cresceu 2,19% no mesmo período. Vinte e cinco das 27 unidades da Federação pesquisadas tiveram variação positiva. As maiores variações foram registradas nos Estados de Tocantis (35,32%), Paraíba (26,63%), Sergipe (25,38%), Acre (24,05%) e Rio Grande do Norte (18,79%). O Paraná foi o Estado com a maior variação negativa: -4,68%. Também teve variação negativa Rio Grande do Sul, com queda de -4,55% nas vendas do comércio varejista.
As vendas no comércio varejista ampliado que inclui também no varejo os setores de material de construção; veícilos, motocicletas, partes e peças teve crescimento de 1,76% nas vendas em todo o Brasil. O Paraná teve desempenho um pouco melhor, mais ainda negativo: -3,93% em maio. Rio Grande do Sul teve o pior desempenho do Brasil no comércio varejista ampliado, com queda de -7,14% nas vendas.
Em todo o Brasil, os principais resultados negativos foram verificados nos setores de móveis e eletrodomésticos (18,3%), hipermercados (1,23%), artigos farmacêuticos (5,09%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (51,19%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (9,1%). As variações negativas ocorreram em combustíveis e lubrificantes (-7,26%), tecidos, vestuário e calçados (-6,09%), livros, jornais, revistas e papelaria (-0,16%).
No Paraná, os setores com as maiores quedas nas vendas foram: combustíveis e lubrificantes (-8,34); hipermercados e supermercados (-8,98%); tecidos, vestuários e calçados (-16,2%); livros, jornais, revistas, papelaria (-19,72%); combustíveis e lubrificantes (-8,34%). As variações positivas ocorreram nos setores de móveis e eletrodomésticos (14,3%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos (7,49%); esquipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (29,35%); e outros artigos de uso pessoal e doméstico (15,35%).
No setor de vendas no comércio varejista ampliado, houve queda no setor de veículos, motocicletas, partes e peças (-6,19%) e aumento nas vendas de material de construção (12,89%).

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