A Pesquisa Conjuntural da Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná), mostra que o comércio de Londrina apresentou aumento de 5,18% nas vendas de janeiro na comparação com o mesmo período do ano passado. No Estado, o aumento foi de 3,51%.

O resultado positivo foi motivado pelas concessionárias de veículos, que cresceram 24,03% no primeiro mês de 2018, na cidade, e 24,96% no Paraná. De acordo com a Fecomércio, essa alta expressiva nas vendas de janeiro, foi em função da melhora dos índices econômicos com inflação sob controle e retomada na concessão de crédito por parte das instituições financeiras, e a redução do número de desempregados. Os novos modelos e a própria virada do ano estimulam o consumidor a trocar de carro.

O segmento teve destaque, principalmente na região Oeste, com elevação de 79,03% na comercialização de veículos – incluindo automóveis de automóveis e comerciais leves, bem como caminhões e maquinários agrícola –, em decorrência da safra agrícola, maior liberação de crédito rural e promoções realizadas pelas concessionárias na região.

O faturamento das lojas de departamentos também se sobressaiu em janeiro, com aumento de 21,95% no Estado. Em Londrina, o setor deve um incremento de 23,97% nas vendas. O terceiro melhor desempelho foi do setor de ótica e cine-foto-som, que fechou janeiro com desempenho 18,12% maior. O setor de calçados caiu 17,49%, seguido de material de construção (-6,78%) e móveis, decoração e utilidades domésticas (-6,65%).

A pesquisa mostra que o varejo registrou elevação em quase todas as regiões pesquisadas, exceto Curitiba, que mostrou ligeira queda de 0,9% em janeiro ante o mesmo mês do ano passado.

O destaque positivo ficou com a região Oeste, com aumento de 17,75%, motivada pelos setores de concessionárias de veículos (79,03%), calçados (34,24%), materiais de construção (30,96%), livrarias e papelarias (24,89%), móveis, decorações e utilidades domésticas (17,91%) e vestuário e tecidos (11,57%). Na sequência figura o Sudoeste (7,52%), Londrina (5,18%), Maringá (3,23%) e Ponta Grossa (1,7%).

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