Vendas da Toyota crescem 25% no Brasil
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domingo, 11 de julho de 2004
Alexandre Freitas<br> Agência Folha 
São Paulo - A Toyota do Brasil vendeu no primeiro semestre do ano 22.393 veículos. O resultado, o melhor de sua história no País, representou um crescimento de 25,2%, em relação ao primeiro semestre de 2003. Nos seis primeiros meses do ano passado, a Toyota comercializou 17.875 veículos. No entanto, a marca perdeu a 6 posição em vendas para a Honda, sua principal concorrente, que comercializou nos primeiros seis meses do ano 23.631 unidades. A Honda cresceu 104% no mesmo período, quando vendeu 11.559 automóveis.
O Corolla continua a ser o grande carro-chefe da montadora. Líder do segmento de sedãs médios há 17 meses, a Toyota vendeu 17.772 unidades no primeiro semestre de 2004.
A perua Fielder superou a expectativa inicial da montadora. No seu lançamento, no início de maio, executivos da Toyota acreditavam que a Fielder atingiria um média de 600 unidades comercializadas por mês até o final do ano. Entretanto, em junho e julho foram vendidas 1.022 unidades da perua.
Segundo o vice-presidente da Toyota Mercosul, Luis Carlos Andrade Júnior, o bom desempenho do Fielder nos dois primeiros meses de seu lançamento, fizeram com que a marca revisse a previsão de vendas para 800 unidades até o fim de 2004.
Novos carros - Andrade Júnior disse que uma picape e um utilitário esportivo serão lançados no primeiro semestre de 2005. Os novos veículos serão produzidos na fábrica da montadora em Zárate, Argentina, de onde vem a picape Hilux. Além disso, o Corolla 2005 chega ao mercado com pequenas alterações estéticas em setembro.
Andrade confirmou que a marca pretende construir um modelo compacto para o mercado interno e para exportações nos próximos anos. A estratégia faz parte dos planos da montadora de atingir 10% no mercado nacional até 2010. ''Sem um modelo compacto, mais acessível ao bolso do consumidor brasileiro isso não será possível'', diz Andrade.
Para a produção de um novo carro, com estas características, será necessária a construção de um nova planta, segundo o executivo. Os investimentos previstos são de aproximadamente US$ 500 milhões. As plantas do México, Argentina e Brasil disputam para receberem estes investimentos.


