O apetite dos investidores estrangeiros para a compra da Copel tende a diminuir ainda mais em consequência da crise internacional causada pelo ataque terrorista nos EUA. O financiamento no mercado externo tende a ficar mais restrito nos próximos meses. Essa é a avaliação de alguns analistas do setor, que consideram inevitável a venda da empresa ainda este ano. O governo do Estado já conta com o dinheiro da venda para honrar seus compromissos, diz o analista setorial do Unibanco, Sergio Tamashiro.
O único problema, segundo Tamashiro, é que o esperado ágio poderá ser comprometido. ''Se antes as estimativas estavam acima de 15%, agora tenderão a ficar em torno de 10%'', ele acredita. ''Não descartamos nem mesmo a venda pelo preço mínimo.'' O valor mínimo estipulado pelo governo do Estado para venda da empresa é de R$ 4,5 bilhões. O leilão está marcado para o próximo dia 31.

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