Varejistas investem nas redes sociais
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 07 de novembro de 2011
Empresa quer se adapatar às gerações X, Y e Z 
Para conquistar a geração Y (aqueles nascidos na década de 80 e que não vivem sem a internet), as grandes redes varejistas investem em ações nas redes sociais para se tornarem mais competitivas. É o caso, por exemplo, da rede de lojas do Grupo MM (Grupo Mercado Móveis), de Ponta Grossa, com mais de 30 anos de mercado e que tem como uma de suas premissas ''avançar fronteiras sem esquecer as raízes''.
''Hoje as pessoas vêem o MM como uma grande rede, mas que tem a imagem de uma empresa regional adaptada a cultura das cidades onde está presente. Empresa competitiva e com atendimento de qualidade o MM já é, agora tentamos adaptar a empresa e colaboradores às gerações X, Y e Z'', declara o superintendente do grupo, Márcio Pauliki. Estratégias para fidelizar os clientes também incluem atenção diferenciada aos fregueses de longa data, designados como ''Clientes Diamante'', e buscar ainda mais a regionalização.
Social commerce
Outras redes de varejo estão adotando o social commerce, canal das redes sociais justamente voltada ao comércio, aproveitando-se das relações entre as pessoas criadas nestes espaços. As primeiras experiências no Brasil começaram recentemente com o Magazine Luiza e a recém-lançada marca de maquiagem do grupo Boticário, Eudora.
Nos social commerce, o cliente pode montar uma loja em redes como Facebook ou Orkut com produtos escolhidos por ele mesmo. Os produtos, as descrições e as dicas postadas por estes ''multiplicadores'' ficam disponíveis nas redes para os amigos, que podem começar o processo de compra ali mesmo. O usuário só é direcionado ao site da loja para finalizar o pedido. Para cada venda, o multiplicador recebe uma comissão.(M.F.C.)


