Valores nas licitações atrasam o gasoduto
A intenção de construir o gasoduto já é antiga, pelo menos desde 2000. Problemas de natureza política, principalmente, impediram a implantação do duto, já que na região o transporte mais comum é a balsa inadequada para essa finalidade e inviável economicamente. Ao longo de 2004, houve de forma efetiva o desenvolvimento do projeto e, no ano passado, a Petrobrás fez a compra das tubulações, que já estão entregues nos pontos de utilização.
Cerca de 32 clareiras foram abertas com esta finalidade na floresta pelo Exército, que também fez as estivas (evita que o equipamento afunde) e os helipontos. O convênio com o Exército custou a Petrobrás R$ 9,3 milhões.
Ainda em 2005 começaram os conflitos de negociação para a implantação do gasoduto. Tanto o valor proposto pelos consórcios de empresas nacionais, quanto o da licitação saíram bem acima da estimativa da Petrobrás. De acordo com a empresa, esse é o motivo que vai atrasar a conclusão em um ano da obra, que antes estava prevista para 2006 e agora ficará para o final de 2007. (F.G.)





