Há cinco meses, o preço do ouro registra alta na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&FBovespa). Na última cotação, o metal bateu a máxima de R$ 69,30 por grama, maior desde março de 2008. Tal evolução fez com que a procura pelo penhor de objetos valiosos, que usam como matéria prima o metal, aumentasse. Segundo os dados mais recentes da Caixa, mostram que procura pelo penhor aumentou quase 10% em volume no mês de outubro, comparada ao mesmo mês de 2008.
No entanto, apesar do alto valor negociado na BM&F, o valor pago pela Caixa Econômica Federal pelo grama de ouro continua estável desde fevereiro, em R$ 29,70 para joias quebradas ou com inscrições, e R$ 33 para as mais comerciais, no caso do ouro de 18 quilates. Os preços para o de 24 quilates são R$ 39,60 e R$ 44, respectivamente.
E não é só no penhor que a alta do ouro levou a um aumento da demanda, há também maior procura dos investidores pelo metal. Hoje, o mercado mais desenvolvido de ouro é o da barra de 250 gramas na BM&F. O órgão possui também os chamados mercados fracionários de ouro, para quantias de 10 gramas e 0,225 grama.

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