O ad­vo­ga­do Joa­quim Bar­ros es­tá en­tre as pes­soas que vão ha­bi­tual­men­te à re­de lo­té­ri­ca pa­ra fa­zer apos­tas e pa­gar con­tas. ‘‘Os ban­cos me dão até co­mi­chão pe­los pés­si­mos ser­vi­ços, fi­las enor­mes e pou­cos cai­xas. Nas lo­té­ri­cas, a si­tua­ção es­tá bem me­lhor, as fi­las são ra­zoá­veis e o aten­di­men­to é ­bom’’, diz. Bar­ros afir­ma sen­tir-se se­gu­ro nas lo­té­ri­cas. ‘‘Acre­di­to que se­jam lo­cais me­nos vi­sa­dos, ­pois cir­cu­lam me­no­res quan­tias de di­nhei­ro (em com­pa­ra­ção aos ban­cos)’’.
  Pa­ra a dia­ris­ta Ize­nil­da da Sil­va Cos­ta, as lo­té­ri­cas são op­ções ­mais prá­ti­cas pa­ra o pa­ga­men­to de con­tas em ge­ral. ‘‘­Acho ­mais fá­cil do que ir ao ban­co por ­dois mo­ti­vos: sem­pre tem uma lo­té­ri­ca por per­to e ­elas ­abrem ce­do e fe­cham no fi­nal da tar­de, dá pa­ra ir em qual­quer ­horário’’, afir­ma Ize­nil­da, que tam­bém não dei­xa de fa­zer apos­tas. (G.M.)

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