Com o objetivo de melhorar o gerenciamento de recursos e facilitar a administração, a Unimed do Paraná está promovendo a fusão de algumas unidades associadas. Segundo o presidente da empresa no Estado, Luiz Carlos Palmquist, essa medida não modifica em nada o atendimento aos usuários. ‘‘Geralmente melhora, pois retirando toda uma estrutura administrativa, torna-se mais barato o custo de gerenciar, propiciando tecnologia e atendimento melhores’’, diz.
Há cerca de quatro anos a Unimed começou o processo de fusão, unindo a de Assis Chateaubriand com a de Toledo (que passou a ser chamada de Centro-Oeste) e a de Goioerê com a de Umuarama. Porém, após a implantação da Agência Nacional de Saúde (ANS), em 2000, todas as operadoras de planos de saúde precisavam registrar as unidades que controlavam. Assim, para agrupar a Unimed Marechal Cândido Rondon com a Centro-Oeste, e a Unimed Verde Vale (com sede em Ubiratã) com a de Cascavel, a Unimed do Paraná teve que pedir o cancelamento dos registros delas que havia sido requisitado à ANS.
Em matéria publicada pela Folha no dia 2 de julho, baseado em informações da ANS, foi divulgado que os registros da unidade em Cândido Rondon e a Verde Vale estavam cancelados. Em seu site, a ANS não menciova que isso ocorreu através de pedido da própria empresa, para efetivar o processo de fusão, que é permitido pela agência. A ANS também divulga o nome de empresas que estão inadimplentes ou com problemas de administração, o que não é o caso da Unimed Cândido Rondon ou Vale Verde, explica Palmquist.
‘‘Nenhum dos processos foi motivado por crise’’, salienta Palmquist. Segundo ele, a Unimed ainda deverá realizar a junção de outras unidades. No Paraná, a Unimed tem cerca de 830 mil usuários e 22 unidades.

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