A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou ontem as informações requisitadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) relativas a três ações diretas de inconstitucionalidade (Adins) propostas contra as leis que tornam flexível o sigilo bancário. Na defesa do governo, a AGU sustenta, entre outras coisas, que as ‘‘informações econômicas ou tributárias não têm nenhuma relação com a vida íntima das pessoas’’.
De posse das informações enviadas, os ministros relatores das Adins vão, agora, preparar os relatórios e votos para serem levados ao plenário do STF. O presidente do tribunal, ministro Carlos Velloso, acredita que os pedidos de liminar deverão ser votados ainda em fevereiro.

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