Garantir o mesmo padrão de vida ao se aposentar ou reunir um montante de recursos para pagar a faculdade dos filhos. Esses são alguns dos objetivos de quem adquire planos de Previdência Privada. Nos últimos meses, as notícias sobre a Reforma da Previdência Pública pretendida pelo governo de Michel Temer (PMDB) também passaram a ser um estímulo para os brasileiros procurarem os planos privados.
As incertezas em relação à proposta do governo que ainda não foi para o Congresso ajudaram a Previdência Privada crescer 13% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2015. A informação é da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), que representa 70 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no Brasil.
Para a professora de finanças do Instituto Educacional da BM&FBovespa e sócia da BSG Duo Prata Treinamentos, Betty Grobmann, é preciso ter clareza do que se quer. Ela observado que, além de observar o histórico da rentabilidade do fundo no qual se pretende ingressar, é preciso verificar se o plano é mais conservador ou agressivo. Ou seja, saber quanto da rentabilidade estará atrelada à renda fixa, mais segura, e quanto estará à renda variável (ações), mais arriscada.
Também é preciso comparar as taxas cobradas (administração e carregamento), os prazos de carência atrelados às referidas taxas, bem como a maneira como se dará a incidência do imposto de renda (IR) a fim de evitar retirar uma quantia inferior à aplicação inicial.

Uma aposentadoria que não está ligada ao sistema do INSS, que é complementar à previdência pública

Grau de êxito econômico do fundo, que precisa ser bem avaliado

O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

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