Mesmo com toda a tecnologia, o cheque ainda requer conferência ''a moda antiga''. ''Depois que o cheque é depositado, o banco o encaminha para a câmara de compensação, que acontece tanto de forma eletrônica quanto física'', explica Walter Tadeu Pinto de Faria, assessor técnico da área de serviços bancários da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).
Ele esclarece que o papel viaja até a sua agência de origem. ''Se o cheque é de São Paulo, ele vai até lá para que sejam feitas as conferências determinadas pela legislação. Ele vai eletronicamente para a compensação e fisicamente para a conferência da formalística (assinatura, saldo). Estando tudo certo, a compensação devolve o valor para a conta (de quem depositou)'', afirma. (G.M.)

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