Bruxelas Os ministros de agricultura da União Européia (UE) defendem tratamento diferenciado para os países em desenvolvimento, separando os menos avançados (PMA) dos grandes exportadores emergentes, como Brasil e Índia, nas negociações agrícolas multilaterias da Organização Mundial do Comércio (OMC).
A posição comunitária foi indicada na quinta-feira à noite, depois de uma reunião do Conselho da UE, onde os 15 apontaram outros três pontos negativos no documento-base de harmonização das ofertas agrícolas, elaborado pelo presidente do comitê negociador de agricultura, Stuart Harbinson.
O primeiro projeto de modalidades para obrigações futuras dos países membros da OMC recebe críticas pesadas dirigidas aos Estados Unidos e aos países do grupo de Cairns, onde estão, Brasil, Austrália e Canadá, que não subsidiam suas agriculturas.
A UE defende que ''a proposta tal como está beneficia países como o Brasil, e não leva em conta os que são realmente necessitados, como o Afeganistão''.

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