Turista deve ficar atento a despesas extras
O turista brasileiro deve ter cautela ao comprar no exterior. Apesar dos preços mais baixos, outras despesas com a compra devem ser contabilizadas. ''A pessoa não pode esquecer que há taxas de conversão do câmbio, além dos impostos locais'', avisa a diretora da Orion Turismo, Elaine Schneider. Além disso o excesso de bagagem pode virar mais uma despesa no voo de volta ao Brasil.
Para Elaine, é preciso somar as despesas com a viagem outros valores que serão gastos, como é o caso do visto para países como México e Estados Unidos. ''Além da taxa do próprio visto, ainda há despesas com a ida para São Paulo para a entrevista no Consulado'', alerta.
Já no caso de bagagem extra, é preciso observar as taxas cobradas pelas Companhias Aéreas. Na TAM, em voos para Europa e Estados Unidos o passageiro tem direito a despachar duas bagagens de até 32 quilos cada uma. Para despachar um terceiro volume, independentemente do peso, é preciso pagar uma taxa de US$ 100. Já voos com destino a países do Mercosul tem limite de uma bagagem despachada com no máximo 23 quilos. A taxa por bagagem excedente é de 1% da tarifa cheia.
Na Gol, que opera voos para Argentina e Chile, o limite de bagagem é o mesmo. A tarifa por bagagem excedente é de 1% da tarifa cheia em voos internacionais e 0,5% em voos nacionais. (R.C.F.)





