Na área de turismo, as oportunidades podem ocorrer para empreiteiros, empresas de traslado de passageiros, hotéis, restaurantes, táxis, pequenas empresas de transporte, agências de turismo de receptivo, lojas de câmbio e o comércio em geral. Os destaques são do diretor de relações com o mercado da Associação Brasileira das Agências de Viagens - regional Paraná, Geraldo Rocha.
Para atender todos os turistas que virão a Curitiba, Rocha disse que será necessário oferecer hospedagem em outros municípios como Paranaguá, Campo Largo, Pinhais, São José dos Pinhais e Ponta Grossa. Uma barreira poderá ser o domínio de idiomas como inglês e espanhol.
O vice-presidente para a área de obras públicas do Sinduscon-PR, Tiago Guetter, acredita que as pequenas empresas poderão atuar em prestação de serviços para grandes empreiteiros, locação de equipamentos, fornecimento de gesso, esquadrias, vidro, material de acabamento, serviços de terraplanagem, caçambas para destinação de resíduos, lojas de tintas, decoração, produtos como areia e tijolo. ''Vai mexer na cadeia da construção civil como um todo'', disse, sem descartar falta de produtos ou serviços na área.
Entre as ações do Sebrae para a Copa, está prevista a capacitação de 7,7 mil empreendimentos avançados (com mais de dois anos de funcionamento) nas 12 cidades-sede, que serão multiplicadoras dos avanços de gestão e inovação para centenas de milhares de outros empreendimentos.
As atividades priorizadas pelos estados serão discutidas em encontros organizados pelo Sebrae. Ao todo, serão 12 reuniões, uma por cidade-sede, que devem começar no primeiro semestre. (A.B.)

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