Treze cadeias são escolhidas como as prioritárias no PR
No estudo da Secretaria da Agricultura foram indentificadas as cadeias prioritárias para cada região do Estado. Foram definidas 13 cadeias prioritárias que ficaram distribuídas da seguinte forma. Piscicultura em Toledo e Cascavel, café em Apucarana, Cornélio Procópio e Jacarezinho, algodão em Campo Mourão e Ivaiporã, olericultura em Curitiba, banana no Litoral, suinocultura em Francisco Beltrão, milho em Guarapuava e Ponta Grossa, feijão em Irati, seda em Maringá, leite em Pato Branco, gado de corte em Umuarama, mandioca em Paranavaí e erva-mate em União da Vitória.
Isto não quer dizer que não vamos trabalhar em outras cadeias, informa Norberto Ortigara, diretor do Deral. Ele conta que em todo o Estado há grupos de técnicos e pesquisadores estudando as cadeias produtivas do frango, da soja, do trigo, da borracha, entre outros. As 13 foram eleitas como prioritárias e é por onde estamos começando a trabalhar de forma mais intensiva, explica.
Com as cadeias produtivas definidas, a Secretaria da Agricultura junto com a Emater e o Iapar pretendem transformar cada uma das regiões do Estado num pólo da cadeia produtiva eleita como prioritária. Desta forma, todas as ações do governo na área de piscicultura, por exemplo, serão voltadas para as regiões de Toledo e Cascavel. Assim como as ações na área de sericicultura serão voltadas para a região de Maringá.
A idéia é em cada uma das regiões montar unidades demonstrativas, centros de pesquisa e promover cursos e treinamentos com o objetivo de fomentar a atividade eleita como prioritária, garantindo aos produtores todos os elementos necessários para melhorar a produção.
Norberto Ortigara explica que no estudo das 13 cadeias prioritárias já foram identificados alguns entraves que precisam ser atacados para tornar o processo de produção mais ágil e melhor.
No caso da sericicultura, o problema identificado foi a baixa produtividade nos plantios de amoreira, árvore que fornece a folha para alimentar o bicho da seda.
A produtividade é baixa porque o solo é pobre em função da falta de matéria orgânica, explica Ortigara. O caminho indicado então foi a correção e o tratamento do solo.
Na área de gado leiteiro, por exemplo, a deficiência encontrada foi na alimentação do rebanho, especialmente no período de inverno. A carência de alimentos baixa a produtividade leiteira.
Identificado o problema, os trabalhos nesta área estão sendo direcionados para a melhoria da alimentação animal, com implantação de pastagens de inverno e preparo de alimentação, como feno e silagem para suprir a baixa oferta de alimentos nos meses mais frios do ano.





