Tragédia com o Fokker não muda metas da TAM
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terça-feira, 12 de novembro de 1996
Agência Estado 
SÃO PAULO - A tragédia com o jato de prefixo PT-MRK não vai alterar as metas da direção da companhia aérea TAM. Pelo menos é isso que vem sendo informado aos funcionários. Em várias reuniões, o presidente da empresa, comandante Rolim Adolfo Amaro, reafirmou seus objetivos de crescimento e a opção pelos aviões da empresa Fokker. Apesar do acidente, a companhia nem sequer cogitou em deixar de operar com os jatos do fabricante holandês.
No dia 9 de dezembro, a Transportes Aéreos Meridionais - nova empresa coligada à holding Táxi Aéreo Marília - inaugura sua primeira rota partindo do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos: o vôo São Paulo-Florianópolis.
A nova empresa faz parte dos projetos de expansão da holding, cuja estimativa de faturamento este ano é de US$ 600 milhões. Com a criação da nova empresa, Rolim acredita faturar mais US$ 150 milhões e chegar a 5 milhões de passageiros transportados em 1997. Hoje, com a frota de 78 aviões, a TAM transporta 4,5 milhões de passageiros por ano e detém 55% do mercado. Em 1995 foi a companhia aérea que mais deu lucro: R$ 43,9 milhões líquidos.


