O presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Nivaldo Benvenho, lamentou à FOLHA que um ''tema tão importante'' tenha sido discutido na condição de ''luta de classes'', levando em conta somente os interesses de patrões e empregados do comércio. ''Quando defendemos a flexibilização do horário, estamos pensando na cidade como um todo'', afirmou.
Segundo ele, os trabalhadores das lojas de calçada são os maiores prejudicados, caso o projeto 172 não seja aprovado. ''O que vai acontecer é que continuarão tendo um ticket médio menor em relação ao dos trabalhadores dos shoppings.''
Questionado pela FOLHA sobre o porquê de não ter se pronunciado durante a audiência, ele respondeu que os manifestantes não iriam deixá-lo completar seu raciocínio como aconteceu com as pessoas que discursaram a favor do projeto. (N.B)

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