O ministro de Minas e Energia rebateu as críticas de que o novo modelo de privatização de Furnas é corporativista. ‘‘Essa privatização não é uma corporativização, na qual é a corporação quem vai comandar’’, enfatizou Tourinho. ‘‘Furnas vai ter uma administração, a exemplo do que fizemos com a Petrobrás, com um conselho de administração que não tem diretores da empresa, mas gente de fora para representar o acionista’’, ressaltou.
Tourinho garantiu que as ações de Furnas serão colocadas preferencialmente no mercado nacional, com a possibilidade já anunciada de compra com o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Mas as ações também serão oferecidas no exterior. ‘‘Nós vamos ter de colocar lá fora também porque senão não terminamos a venda’’, disse o ministro. Ele admitiu que o governo deve impor limites à participação dos grupos na compra da empresa.

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