A escolha de aplicação deve levar em conta ainda a tolerância que o investidor tem ao risco e, portanto, a parcela de suas aplicações que é destinada às ações, segundo analistas. De acordo com o diretor da BankBoston Asset Management, Júlio Ziegelmann, quanto mais próximo do período em que o resgate será feito, menor deve ser essa parcela. ''Isso significa que, pensando na aposentadoria, por exemplo, um jovem no começo de sua carreira pode ter uma parcela maior, se comparado a um profissional que está prestes a se aposentar'', avalia.
É importante lembrar que qualquer investimento em ações não deve ter um prazo definido para resgate. Assim, mesmo que o preço das ação caia ou não alcance o preço-alvo no período estimado, o investidor poderá esperar pelo melhor momento para efetuar o resgate.
Vale destacar que, se optar por transferir a aplicação para um novo fundo, o investidor não poderá movimentar seu dinheiro durante seis meses. Outro detalhe é que ele não precisa movimentar o total dos recursos.
Para quem vai optar por aplicar seus recursos ou parte deles em um fundo de ações carteira livre, a escolha do gestor tem grande importância, já que dele será a responsabilidade de escolher os melhores papéis para a composição da carteira. (A.E.)

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