Desde 2002 a lavanderia industrial Clarear cumpre a lesgislação e tem no seu quadro de 200 funcionários quatro pessoas com deficiência física - dois deficientes auditivos, um físico e outro mental. ''Não temos problemas com eles, todos desempenham muito bem a função, dentro de suas limitações'', afirma Laércio João Rockenbach, proprietário da empresa.
Segundo o empresário, as quatro pessoas com deficência trabalham na área de secagem de roupa, que é uma função fácil de se aprender e com boas condições de se trabalhar. Todos eles receberam treinamento. Para contratá-los, Rockenbach entrou em contato com o Sine e outras entidades que atendem pessoas com deficiência.
O Colégio Universitário é outra empresa que há anos vem cumprindo a legislação. Dos 194 funcionários do local, cinco são pessoas com deficiência - dois auditivos e outros três com problemas físicos. Os cargos ocupados são de zelador e porteiro, funções que, segundo a encarregada do departamento de Recursos Humanos da empresa, Dirce Imes, eles exercem muito bem. ''São pessoas responsáveis, funcionários que eu sei que posso confiar'', ressaltou. (E.Z.)

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