Textilpar participa da Fenatec em SP
Da Redação
A Tecelagem Textilpar, de Paranavaí, participa na próxima semana da Feira Internacional de Tecelagem (Fenatec), que será realizada a partir da próxima quinta-feira no Anhembi, em São Paulo. A feira reúne indústrias de vários países e é considerada uma das mais importantes do mundo no setor de tecelagem. Será a primeira participação da Textilpar na Fenatec, iniciando uma nova fase no processo de desenvolvimento da empresa. Queremos apresentar nossos produtos e nossa marca, afirma Miguel Paulo Logullo, responsável pela área de produção e comercialização da empresa.
Com larga experiência no setor, Logullo foi contratado dentro do processo de reformulação da empresa. Nosso objetivo é a profissionalização em todos os aspectos e Logullo vai dar o tom da qualidade e fazer a ligação com os mercados nacional e internacional, explica Afonso Akioshi Shiozaki, diretor da tecelagem. Criada em 1992, a Textilpar tem 48 teares que funcionam em dois turnos. A intenção da indústria é criar mais um turno, trabalhando 24 horas por dia e produzindo de 700 a 800 mil metros lineares de tecido por mês. Até o final do ano, revela Shiozaki, a meta é alcançar a capacidade máxima de produção, de 1 milhão de metros de tecido.
As mudanças na empresa, além de compreender a reestruturação econômica e administrativa, têm duas metas a alcançar no curto prazo. Garantir maior agressividade às vendas e também transformar a empresa em uma sociedade anônima. A Textilpar, segundo Lugullo, vai colocar equipes de vendas em todo o País. Hoje nossos maiores mercados são São Paulo e Rio de Janeiro. Queremos agora ampliar as vendas atingindo outros estados e o exterior, afirma. Ele lembra que com a virada do dólar, o Brasil se tornou exportador e não comprador como antes. Nosso produto tem qualidade para conquistar o mercado, garante.
A Textilpar, que espera faturar R$ 35 milhões este ano, emprega hoje 110 pessoas na linha de produção, de onde saem diariamente de 400 a 450 metros lineares de brim (sarja) - tinto, cru e peletizado, e lycra com tecidos da moda, leves e pesados. A produção é enviado a uma tinturaria de São Paulo, de onde saem para o mercado consumidor. Com o aumento da produção nos próximos meses vamos chegar a 150 funcionários, calcula Logullo.





