A forma de cobrança para usuários da telefonia fixa vai mudar. Até o dia 31 de julho as chamadas não poderão mais ser tarifadas por pulso, terão que ser cobradas por minuto. As formas de cobrança e os valores do minuto foram definidos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e estão descritos em contrato de concessão firmado entre a agência e as operadoras. Os testes para modificação da forma de cobrança terão início no próximo dia 1º e, durante o período, os usuários poderão optar entre dois planos: básico e alternativo.
Em Londrina, vale lembrar que esta transição será necessária apenas para clientes Sercomtel. A GVT, por exemplo, adota a cobrança de chamadas por minuto desde 2000, quando iniciou suas atividades no mercado. A Sercomtel pretende iniciar simultaneamente a cobrança por minuto nos cinco municípios da sua área de atuação - Londrina, Tamarana, Ibiporã, Cambé e Arapongas - e, por isso, ainda não definiu a data da migração. ''Na cobrança por pulso, dificilmente as pessoas sabem qual o valor das suas chamadas. A cobrança por minuto é mais clara'', afirma Adélia Yamakawa Vendrame, do setor de Marketing da Sercomtel.
Segundo ela, o plano básico por minuto é ideal para clientes que utilizam o telefone para chamadas consideradas de curta duração (até três minutos). Já o plano alternativo é mais viável para usuários que utilizam o telefone para chamadas mais longas, de mais de três minutos. Adélia acrescenta que os usuários que não fizerem opção formal por qualquer um dos planos serão incluídos automaticamente no plano básico quando a cobrança por minuto for implementada. A opção pode ser agendada a partir desta terça-feira pelo telefone 103-43.
Para esclarecer melhor os clientes a operadora já emitiu correspondência para explicar as mudanças na cobrança. De acordo com Adélia, segundo levantamento feito pela Anatel a maior parte dos usuários de telefonia fixa faz chamadas de curta duração. Ela ainda acrescenta que a Sercomtel já oferece 12 planos residenciais com tarifação por minuto para clientes residenciais (dez pós-pago e dois pré-pago) e outros 16 planos comerciais pós-pagos por minuto. ''O cliente poderá estudar qual o plano ideal para o seu perfil e fazer a migração, que não é cobrada'', afirma Adélia.

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