Curitiba – A Telepar Brasil Telecom reajusta as tarifas em todo o Paraná, exceto Londrina e Tamarana, a partir da zero hora de amanhã. Com a permissão de elevar os serviços em 8%, a concessionária optou por não alterar o valor da habilitação (instalação) de telefones, que permanece R$ 18,21. Em compensação, a assinatura básica residencial terá um reajuste de 14%, subindo de R$ 23,95 para R$ 27,35 por mês.
A Telepar Brasil Telecom pode compor e fixar os percentuais para cada tipo de serviço, desde que o total atinja o limite fixado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), informou a assessoria da empresa. Já o valor dos pulsos terá um reajuste de 7,67% e a tarifa foi fixada em R$ 0,10993, nas ligações telefônicas fixo-fixo.
O cartão telefônico com crédito para 30 unidades tem um reajuste de 8%, ficando em em R$ 2,43. Os novos preços têm validade para o período de um ano. O último reajuste entrou em vigor no dia 24 de junho do ano passado.
Londrina – A Sercomtel, que opera telefonia fixa em Londrina e Tamarana, vai reajustar suas tarifas a partir da próxima semana. Segundo a assessoria de imprensa da operadora, a Sercomtel aguarda para segunda-feira a definição da Anatel sobre os índices solicitados pela companhia londrinense.
A direção da Sercomtel não quis adiantar o valor de reajuste solicitado. Segundo a direção, há duas razões para não falar de índices, por enquanto. Primeiro que não se sabe se a Anatel irá homologar o pedido. Segundo, a empresa pode optar por um reajuste inferior ao solicitado.
Os assinantes da GVT não terão reajuste, segundo informou a assessoria de imprensa da empresa. Por já ter sido criada como empresa privada – e não fruto do processo de privatização –, a GVT tem liberdade tarifária, não dependendo de autorização da Anatel para definir seus preços - informou a empresa. De acordo com a assessoria, o último aumento praticado foi em novembro de ano passado e, por enquanto, não se cogita novo reajuste.
Na última terça-feira, a Anatel divulgou que as tarifas de telefonia fixa terão, em média, reajuste de 8,07%. Para que os novos preços possam vigorar, as operadores têm que publicar os novos valores por dois dias consecutivos em jornais de grande circulação. (Colaborou Benê Bianchi)

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