TECNOLOGIA - Indústria brasileira investe mais em inovação
Uma em cada três empresas industriais brasileiras investe em inovação tecnológica para ganhar competitividade e elevar lucros, segundo pesquisa divulgada semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo é de 2005, realizado em parceria da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Ministério da Ciência e Tecnologia, e mostra que 2,8% de todo o faturamento líquido do setor foram destinados à inovação. A taxa que reúne investimentos em inovação de produtos, aperfeiçoamento de processos de produção e projetos em andamento revela que a parcela de empresas que inovam é de 35,62% sobre o total. Na avaliação dos especialistas, a indústria brasileira ainda está longe da dos países de ponta. Continua muito inferior à taxa alemã (73,66%), mas já se aproxima de países como Espanha (36,54%), França (36,17%) e Itália (37,49%). Segundo a equipe técnica do IBGE, a metodologia usada nos levantamentos desses países é similar à brasileira, o que permite a comparação. O Brasil tem taxa de inovação inferior também à da Noruega (43,53%) e Suécia (54,67%). São Paulo, o maior parque fabril do País, reúne 35,3% das empresas industriais que investem em inovação. Setores intensivos em tecnologia continuam concentrando a maior parte dos casos pesquisados: 97,6% das empresas de pesquisa e desenvolvimento inovaram; na informática, a taxa foi de 57,6% e em telecomunicações, de 45,9%. Também na indústria de transformação com alto grau de tecnologia, como fabricação de veículos, (71,1%), equipamentos de instrumentação hospitalar, cronômetros e relógios (68%) e refino de petróleo (62,4%), as taxas foram consideradas excepcionais.
É uma estreita e comprida faixa de terra, na Europa, onde o mar desenha uma infinidade de arquipélagos e ilhotas, num perfil costeiro único no mundo. Esse fenômeno da natureza aumenta o contato da terra norueguesa com o oceano
O relógio é utilizado como medidor do tempo desde a antigüidade em variados formatos. Os mais antigos, provavelmente, foram os relógios de sol. A história registra na Judéia, em aproximadamente 600 a.C., os relógios de água (clepsidras) e relógios de areia (ampulhetas). Em 1595, Galileu Galilei descobre a Lei do Pêndulo, ou seja 2.200 anos depois do aparecimento do primeiro relógio na Judéia
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