Os governos do Brasil e do Japão assinaram semana passada um memorando que sinaliza a escolha do padrão japonês para a TV digital brasileira. A decisão depende agora do presidente Luis
Inácio Lula da Silva.
  A tecnologia digital permite que no mesmo espaço onde hoje é transmitido um canal sejam transmitidos quatro canais, desde que em definição padrão de imagem, que se assemelha à qualidade do DVD. A previsão é que o sistema brasileiro comece a operar em 2007.
  As emissoras brasileiras de televisão, entre elas a Globo, Bandeirantes, SBT e Record, preferem o padrão japonês, que facilita a manutenção do seu domínio do mercado de radiodifusão. O modelo japonês, ao contrário do europeu, prioriza a alta definição de imagens, dificultando novos canais, novas emissoras e maior variedade da programação. Já as operadoras de telefonia preferem o padrão europeu porque dá mais oportunidade para que elas entrem no negócio de transmissão de conteúdo.
  Outro ponto que provoca polêmica é a interatividade, que permite que a TV seja usada para mandar e-mails ou consultar o extrato do INSS, por exemplo. Esses novos serviços poderiam fazer parte da vida dos brasileiros, caso o modelo a ser definido pelo governo inclua a interatividade. As emissoras também têm resistência a essas novidades porque poderiam abrir o mercado para as empresas de telefonia.

É uma comunicação escrita de consumo interno, somente para funcionários e operários. Não é tão formal quanto a carta comercial ou ofício. No memorando, a circulação fica limitada ao âmbito da empresa, enquanto a carta e o ofício dizem respeito aos interesses externos (clientes, representantes, autoridades).


A partir dos anos 80 tornou-se uma condição revolucionária, inovadora da informática, da televisão, do cinema, do teatro, dos brinquedos eletrônicos, do sistema bancário on line, da publicidade, etc. Há uma crescente ‘‘indústria da interatividade’’, usando o adjetivo ‘‘interativo’’ para qualificar qualquer coisa cujo funcionamento permite ao seu usuário algum nível de participação ou troca de ações.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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