Ontem, os núcleos regionais da Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento (Seab) e da Emater ainda não tinham dados oficiais dos estragos causados pela chuva. Os técnicos passaram o dia em campo para averiguar a situação. A expectativa, porém, não era de grandes prejuízos no geral.
''Sabemos que, no geral, o granizo atingiu áreas localizadas, de abrangência muito pequena. Diante disso, os danos não chegam a ser expressivos'', informou Paulo Sérgio Franzini, responsável pelo Deral de Apucarana (cidade-pólo/Centro-Norte), que compreende mais 12 municípios da região. ''Na nossa abrangência, o granizo pegou uma área onde predomina pastagem''.
Na região de Maringá (cidade-pólo/Noroeste), o granizo também não resultou em estragos sifnificativos, segundo a Cooperativa Agroindustrial de Maringá (Cocamar), que fez levantamento nos 30 municípios de sua abrangência. ''Temos muito milho safrinha nessa região (160 mil hectares). Se o granizo atingisse as lavouras, não sobraria nada, já que as plantações estão em estágio de desenvolvimento'', observa Rogério Recco, da assessoria de imprensa da cooperativa.
Até o final da tarde de ontem o Deral em Londrina não tinha dados sobre o levantamento dos estragos. Na Ceasa, a informação era de que somente hoje a situação poderia ser avaliada. (G.M.)

mockup