Não existe palavra mágica para quem deseja se inserir no mercado. Estudar é o primeiro passo de uma caminhada que exige esforço e dedicação. As instituições oferecem cursos de graduação e técnicos mas, na prática, qual a diferença?
"Se o profissional for bom e fizer o que lhe foi delegado, pode não haver diferença no salário, por exemplo", diz o coordenador de curso de Ciência da Computação e Sistemas de Informação da UniFil, em Londrina, Sérgio Tanaka. Mas as especializações, certificações e, principalmente, o inglês, poder dar um bom reforço no contracheque. "É claro que, para um recrutador que tiver dois currículos com formações distintas, com certeza, optará pelo bacharel", conclui.
Os cursos técnicos são, em geral, os mais rápidos. "Na carreira acadêmica, o estudante precisa pesquisar mais, fazer o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e estágio", cita. Os tecnólogos, no entanto, ficam em desvantagem quando o assunto é concurso público. "Alguns editais exigem, impreterivelmente, cursos de graduação".
Com o canudo na mão, é hora de fazer a diferença no mercado e ficar de olho em novas oportunidades. "Existem empregos frente às novas tecnologias como, desenvolvedores específicos para celular, aplicativos e jogos", completa". (S.R)

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