As tarifas da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) terão reajustes médios, hoje, de até 35%, que proporcionarão um aumento de 9,5% nas receitas da empresa. O reajuste foi determinado por uma portaria do Ministério da Fazenda e outra do Ministério das Comunicações, que serão publicadas no Diário Oficial. A Fazenda autorizou também a liberação dos preços de diversos serviços da ECT, que sofrem a concorrência de empresas privadas, em 1º de novembro.
As cartas terão reajuste médio de 32,7%, sendo que a carta social (manuscrita, postada por pessoa física e com limite de 10 gramas) continua com o preço inalterado, em R$ 0,01. As demais cartas não-comerciais terão reajuste médio de 35,1%. Foi extinta a tarifa para cartas até 10 gramas (custavam R$ 0,15), que terá o mesmo preço das cartas de até 20 gramas (custavam R$ 0,18). Ambas terão tarifa de R$ 0,21.
O reajuste das cartas de até 10 gramas foi de 40% e a de até 20 gramas de 16,7%. As cartas comerciais também perderão a tarifa até 10 gramas, e a menor postagem passará a ser de 20 gramas, com o valor subindo de R$ 0,26 para R$ 0,30 (mais 15,4%). A tarifa das cartas comerciais de até 10 gramas teve alta de 36,4%.
O governo autorizou, para novembro, reajustes dos serviços como a encomenda expressa (Sedex), impressos, encomendas, reembolsos postais e serviços especiais de entrega de documentos.

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