Os empresários do setor industrial esperam que o acordo, nas dimensões como o assinado entre o Brasil, o Fundo Monetário Internacional (FMI), demais organismos multilateriais e autoridades de 20 nações do Primeiro Mundo, crie condições para que a economia nacional retome a normalidade. Para eles, o envolvimento de ‘‘tantos atores’’ na ajuda ao País, mostra que o Brasil ocupa posição estratégica no cenário internacional.
A operação, segundo acreditam, deverá estancar a crise financeira internacional, afirmou a diretora do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Clarice Seibel.
O presidente do Conselho Superior de Economia da Fiesp, Boris Tabacof, disse que o acordo põe o País no ‘‘primeiro time’’. Para ele, a operação também mostra que o FMI entendeu as críticas recebidas as crises da Ásia e da Rússia. ‘‘A ajuda veio antes de a economia desorganizar-se’’, afirmou Tabacof.
O senador Eduardo Suplicy, que também participou do debate, também defendeu mudanças na política cambial e a redução dos juros, como forma de estimular a atividade econômica e gerar empregos.

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