As consumidoras mirins não costumam reclamar dos preços, mas têm uma forma sutil de pechinchar. ''Às vezes elas dizem: 'quero levar tal coisa, mas só tenho tanto'. Daí eu faço mais barato para elas'', conta Neusa De Mari Scalone. O brinde para fidelizar as clientes é um mini-babador. Elas adoram e sempre voltam.
A relação das meninas com seus ''bebês'' surpreende a feirante, que tem algumas histórias curiosas. ''Uma delas chegou um dia na banca e pediu roupinha tamanho G. Eu estranhei e perguntei se não ia ficar grande. Então, ela respondeu: 'você esqueceu que criança cresce?''', diverte-se. Quando o clima muda, é comum aparecer algumas clientes querendo peças de acordo com a temperatura.
Outra curiosidade no consumo das meninas é que elas só levam alguma roupa para elas quando é possível fazer alguma combinação com a roupinha da boneca, utilizando, por exemplo, a mesma estampa. (G.M.)

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