O agrônomo Miguel Abrão optou por uma unidade de geração residencial com produção média de 850 quilowatts-hora (KWh), para a casa dele na zona Sul de Londrina, com a expectativa de poder usar energia "à vontade". "A vida da gente muda e passamos a ter confortos como ar condicionado, piscina, e o consumo da casa aumenta muito. Comecei a estudar sobre energia renovável no ano passado, pedi uns orçamentos e me deram um projeto em que pagaria apenas o valor mínimo da Copel", explica.
Ele pagará o financiamento da unidade em 12 meses, por meio de crédito obtido em uma cooperativa de crédito. Abrão espera pelo próximo boleto para entender o tamanho da economia, mas diz que o projeto prevê o pagamento do investimento em quatro anos e meio. Por isso, já pediu orçamentos para a propriedade rural dele. "Pretendo pegar mesmo que meu payback (prazo de retorno) seja maior, porque reajustes como os do ano passado podem comprometer a produtividade do seu negócio, sem contar a sustentabilidade", diz. (F.G.)

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