Suporte para novas empresas
Ideias e projetos que podem se transformar em produtos, serviços e soluções são as principais matérias-primas do setor de TI. Mas, muitas vezes, sem um suporte adequado, muitas invenções poderia se perder. Para isso, a Universidade Estadual de Londrina criou em 2001 a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (Intuel), que integra a Agência de Inovação Tecnológica da UEL (Aitec). Lá, os empreendedores tecnológicos encontram um ambiente propício para transformar suas invenções em produtos e processos inovadores capazes de sobreviver ao mercado de maneira sustentável.
Segundo o gerente da Aintec/Intuel, Pedro José Sella, atualmente, das 16 empresas incubadas na instituição, 13 estão ligadas diretamente ao setor de tecnologia da informação. ''São empresas que produzem tanto software como hardware'', comenta. Os jovens empreendedores da Intuel, segundo Sella, desenvolvem produtos como jogos para celulares, programas de gestão eletrônica de documentos, ferramentas de usabilidade, sofware para academias de ginástica, hardware para área de saúde, entre outras invenções que já começam a conquistar espaço no mercado.
Sella afirma que os projetos são selecionados por uma banca e podem ficar até cinco anos dentro da incubadora. Ele diz que além dos alunos da UEL, podem participar da seleção, empreendedores da comunidade, ex-alunos e alunos de outras instituições. Lá, os empreendedores contam com uma infraestrutura para se desenvolverem, além de contarem, com cursos de capacitação, assessoria e consultoria em negócios e gestão empresarial.
A Intuel, segundo Sella, já colocou no mercado 27 empresas, que hoje estão consolidadas. O gerente da Intuel diz que as universidades estão ''acordando'' para a importância de se formar profissionais para o mercado, e não apenas teóricos. Ele destaca ainda a organização do setor no Arranjo Produtivo Local de TI também foi importante para alavancar o desenvolvimento de projetos na área. (G.R.)





