Mercado não mexeu
nas taxas de juros
O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, na semana passada, manter as taxas de juros. A Taxa de Assistência do Banco Central (TBAN) continua em 49,75% e a Taxa Básica (TBC), em 19%. Com isso, bancos e financeiras também não apresentaram alterações nos juros cobradas nas diferentes linhas de crédito. Mas o mercado pode continuar instável até o anúncio do ajuste fiscal pelo governo.
- Cheque especial - O banco que está trabalhando com uma das menores taxas do mercado é o Itaú, que está cobrando dos seus correntistas juro de 4,75% ao mês. Já o Real está operando com uma das taxas mais altas do setor: a mínima é de 11,20% ao mês e a máxima, de 13,40%.
- Crédito pessoal - Os juros das operações de crédito pessoal nos bancos estão variando entre 3,85% e 7,60% ao mês. Nas financeiras, as taxas cobradas estão mais altas, chegando a 12,90% ao mês.
- Cartão de crédito - Na média, o juro do rotativo está variando de 10,4% a 12,9% e a taxa por atraso entre 9,5% e 12,9%, além da multa de 2%, que é cobrada por algumas instituições. No American Express, a taxa é de 10,95%, tanto no rotativo quanto no atraso do pagamento da fatura. No Credicard, o juro no parcelado é de 11,7% e no atraso, de 10,8%. No Bradesco, a taxa é de 9,5% e 12%, respectivamente. No Sollo, o juro é de 12,95%.

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