SUAS COMPRAS
Redes pequenas também estão adotando a balança nos caixas
A psicóloga e terapeuta familiar Neide Zucoli de Oliveira diz que as pessoas hoje em dia ''são condicionadas a ter pressa e se tornam escravas do tempo''. Segundo ela, o ritmo de vida, em especial nas grandes cidades, leva as pessoas a terem pressa em tudo. ''A informação é muito rápida, a gente se sobrecarrega com compromissos e faz cronometrar sempre o tempo''.
A psicóloga diz que se uma atividade iria demorar cerca de 10 minutos e demora 15 ou 20 minutos, já é motivo suficiente para deixar a pessoa irritada. Outro exemplo citado é que antes a pessoa demorava horas ou até alguns dias para fazer uma pesquisa em livros e hoje não suporta esperar alguns minutos na internet. ''É como se agíssemos de forma mecânica'', afirma.
Ela reconhece que os consumidores realmente ganham alguns minutos quando pesam suas mercadorias direto no caixa, mas acha que este pouco tempo não deve ser supervalorizado. ''O que nós temos é que perguntar o quanto disso é necessário, e relaxar, ter calma, saber esperar, sem estresse. Muitas vezes, a gente se irrita gratuitamente''. Segundo ela, antes de se irritar, a pessoa deve se perguntar ''o que estou fazendo comigo; realmente tenho essa urgência?''. (E.A.)
Pessoas se tornam escravas do tempo
A psicóloga e terapeuta familiar Neide Zucoli de Oliveira diz que as pessoas hoje em dia são condicionadas a ter pressa e se tornam escravas do tempo. Segundo ela, o ritmo de vida, em especial nas grandes cidades, leva as pessoas a terem pressa em tudo. A informação é muito rápida, a gente se sobrecarrega com compromissos e faz cronometrar sempre o tempo.
A psicóloga diz que se uma atividade iria demorar cerca de 10 minutos e demora 15 ou 20 minutos, já é motivo suficiente para deixar a pessoa irritada. Outro exemplo citado é que antes a pessoa demorava horas ou até alguns dias para fazer uma pesquisa em livros e hoje não suporta esperar alguns minutos na internet. É como se agíssemos de forma mecânica, afirma.
Ela reconhece que os consumidores realmente ganham alguns minutos quando pesam suas mercadorias direto no caixa, mas acha que este pouco tempo não deve ser supervalorizado. O que nós temos é que perguntar o quanto disso é necessário, e relaxar, ter calma, saber esperar, sem estresse. Muitas vezes, a gente se irrita gratuitamente. Segundo ela, antes de se irritar, a pessoa deve se perguntar o que estou fazendo comigo; realmente tenho essa urgência?. (E.A.)





