Curitiba- O presidente do Sindicato das Revendedoras de Combustíveis do Paraná (Sindicombustíveis), Roberto Fregonese, não acredita em alta significativa de preços - como foi anunciado recentemente por entidades ligadas ao álcool. Pelo menos, no Paraná. Os aumentos vindos dos usineiros deverão ocorrer gradativamente e os consumidores perceberão, aos poucos, os reajustes.
A primeira alta ocorreu na semana passada e refletiu numa diferença de R$ 0,05 por litro do álcool - o que nem foi repassado, segundo Fregonese, para o preço final. ''Nós achamos que podíamos suportar o reajuste da usina. Mas novos reajustes virão agora no início de novembro e estamos preparados. Não acredito em alta significativa por conta dos estoques. Mas o paraíso vai acabar no álcool anidro e no álcool hidratado'', declarou.
No mesmo período do ano passado, o álcool chegou a ser vendido na bomba a R$ 1,46 o litro. ''Espero que não chegue a isso. A produção de álcool melhorou muito no País, os estoques melhoraram, as perspectivas não são tão ruins'', ponderou ele. Em muitos municípios, distribuidores e postos de gasolina estão trabalhando no vermelho para garantir o preço do álcool a R$ 0,85 em Foz do Iguaçu (para competir com os países vizinhos). As grandes redes acabam compensando os valores em municípios como Curitiba e Londrina - onde o litro do álcool é mais caro.
''Ninguém perde por perder. Se estamos perdendo valores no preço do álcool num município, pode ter certeza que alguém vai pagar esta conta. Nem que seja alguém de outro município. Espero que este ano não seja visto o mesmo filme de terror que vimos no ano passado. Temos produto suficiente para não aviltarmos tanto os preços'', disse. (L.P.)

Pés devem ser bem cuidados
  A família do empresário Salomão Hauly é pioneira no tratamento dos pés em Londrina e está no mercado há 21 anos. Segundo ele, embora os tratamentos já existam há algum tempo, só agora as pessoas estão descobrindo que os cuidados com os pés são necessários para uma vida saudável. ‘‘Os pés são nossos alicerces e através deles podemos descobrir se a pessoa tem ou não algum problema de saúde’’.
  Hauly explica que os problemas mais comuns que os pés apresentam são as unhas encravadas, os olhos de peixe (verrugas), os calos entre os dedos e na planta dos pés e as rachaduras, causadas por vários motivos, entre eles a falta de consumo de água, obesidade, gravidez, diabetes, e até o uso de sandálias rasteirinhas.
  O empresário relaciona também uma série de cuidados que as pessoas devem ter para evitar problemas com os pés: alternar o uso de sapatos todos os dias, usar meias brancas de preferência e 100% algodão, principalmente se a pessoa for diabética; usar talco ou desodorante antiséptico para os pés, enxugar bem os pés após o banho, não usar tesouras para cortar unhas e nem lixas grossas para aparar as unhas, não comprar sapato no final do dia; e as mulheres, em especial, devem evitar os sapatos de bico fino e os sapatos de salto alto.
  De acordo com o empresário, hoje há tratamentos específicos e seguros para cada caso, sendo que a pessoa com diabete deve receber um tratamento diferenciado. Ele afirma que boa parte de sua clientela é formada por homens que ‘‘buscam segurança e a privacidade que não encontram nos salões’’. (E.A.)

PECHINCHA
Água mineral
Quem acha que a garrafa de água mineral com 500 ml nas lojas de conveniência dos postos de combustíveis está com preço alto, é porque ainda não viu quanto custa algumas marcas importadas.
Nas alturas
Um exemplo é água mineral S. Pellegrino, envasada na Itália. A garrafinha com apenas 250 ml custa R$ 5,90 em um supermercado de Londrina (a menos que o funcionário tenha errado no preço). Ou seja, as quatro garrafas para completar um litro custam exatamente
R$ 23,60.
Comparativo
Com o valor de cada garrafa de água é possível abastecer um carro com 2,5 litros de gasolina ou 5 litros de álcool.
Leitores óticos
Há quase um ano, os supermercados são obrigados a manter
leitores óticos em pontos estratégicos caso o consumidor não encontre o preço da mercadoria na gôndola ou tenha alguma dúvida
Apagão
O que acontece, entretanto, é que nem sempre este serviço está disponível. Esta semana, por exemplo, os dois leitores instalados em um supermercado estavam ‘‘apagados’’.

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