O recolhimento de brinquedos que apresentaram problemas de fabricação, há algumas semanas, deixou muitos pais preocupados. Por causa disso, a maioria está mais cuidadosa e redobrando a atenção na hora de comprar presentes para seus filhos.
  A microempresária Patrícia Giardini já comprou o presente para seu filho José Vitor, de quatro anos e diz que levou bastante em conta o detalhe da segurança. ‘‘Eu avaliei se o brinquedo podia machucar, se tinha algo que poderia se soltar, essas coisas assim; hoje em dia, não se pode confiar muito’’. Ela diz que tomou bem mais cuidado este ano porque ‘‘o menino está muito arteiro’’.
  A dona de casa Jubiliana de Oliveira vai comprar uma boneca para a sua filha Larissa, de três anos, mas ainda não decidiu o que comprar para o filho Gustavo, de seis anos. ‘‘Ele está me pedindo um Power Rangell, mas acho que é um brinquedo muito violento’’. Ela diz que preferia um brinquedo mais educativo. ‘‘Não gosto de brinquedos que incentivem a violência. Vou conversar com jeitinho para comprar outro brinquedo’’.
  Jubiliana disse que o recolhimento de brinquedos que apresentaram problemas de fabricação deixa os pais preocupados. ‘‘Já pensamos nisso com certeza e vamos evitar esse tipo de brinquedo. Mas é complicado porque são milhares e a gente não sabe o que fazer’’.
  A contadora Cláudia Regina Neves Balan não tem tantos motivos para preocupação. Ela tem duas filhas - Marina, de 11 anos, e Raquel, de nove; que já demonstram certa responsabilidade. ‘‘Pelo menos por enquanto, elas não pediram nada em especial para o dia das Crianças’’. E não é para menos. Marina ganhou um MP-4 com um mês de antecedência, diz que está feliz com o presente e não vai pedir nada nos próximos dias. Raquel, por sua vez, pediu um celular, mas Cláudia já combinou com a filha que o presente será entregue pelo Papai Noel. Apesar do entendimento com as duas filhas, Cláudia acha que elas ainda podem pedir ‘‘algumas coisas’’ nos próximos dias e não descarta a possibilidade de um ‘‘presentinho surpresa’’.

PECHINCHA

Preço do álcool
Alguns postos de combustíveis de Maringá reduziram o preço do álcool para R$ 0,98 o litro. Enquanto isso, em Londrina, um dos preços mais em conta é R$ 1,20 o litro. Ou seja, uma diferença de quase 20%.

Para lembrar
É bom lembrar que a maioria dos postos de Londrina está vendendo o litro de álcool em torno de R$ 1,30.
Brincadeiras
Um supermercado de Londrina entrou no clima e resolveu fazer algumas brincadeiras para comemorar o Dia das Crianças. Em determinado momento, as crianças presentes à loja são avisadas pelo sistema de som para pegar algum tipo de mercadoria no setor de hortifruti. E quem mais se aproximar de um peso - 500 gramas, por exemplo, ganha um brinde.
Recorde
O açúcar deve ter batido o recorde de preço baixo no final de semana em Londrina, com o pacote de 5 quilos sendo comercializado a R$ 2,87 em um supermercado da cidade. Outro supermercado havia anunciado o produto a R$ 3,19 o pacote de 5 quilos.
Bom sinal
A redução do preço do
açúcar é uma boa indicação para os consumidores, que devem ficar atentos às promoções que os supermercados oferecem de última hora.

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